Ronaldo, Coelho, Marcelo, Ânderson e Wladimir; Roberto belangero, Zé Elias, Luizinho e Rivelino; Viola e Casagrande. Daria para montar uma seleção Corintiana de todos os tempos, só com os craques que o Corinthians já revelou em casa. Uma não: várias. A tradição vem dos anos 10, quando o timão foi buscar na várzea (principalmente no BotaFogo, time do Bom retiro, como o próprio Corinthians) os ídolos pioneiros. Gente como Neco e Amílcar, os principais astros dos anos 10 e 20.
um desses craques das primeiras décadas corintiana se tornaria, no futuro, o responsável pela peneira do Timão. Chamava-se José Castelli, mas era mas conhecido como Rato. duas vezes tricampeão paulista, em 1922/23/24 e em 1928/29/30, como jogador, bi paulista em 1951/52 e campeão do Rio-São Paulo em 1953, como técnico, "seu" José, como também era conhecido, gostava mesmo era de trabalhar com os garotos. Do time que fez sucesso no início dos anos 50, ganhando inclusive o histórico título paulista do IV Centenário, saíram de suas mãos nomes como o goleiro Cabeção, o Lateral-direito Idário ( titular por dez anos ), o Clássico centromédio Roberto Belangero, o Pequeno polegar Luizinho e o meia-esquerda Rafael Chiarella.
Rato trabalhou no club até o início dos anos 70, a tempo de descobrir Luís Carlos, Tião, Adãozinho. Depois, vieram os tempos do "terrão", onde passaram o lateral-esquerdo Wladimir, o atacante Casagrande, o goleiro Ronaldo, o Zagueiro Marcelo, os atacantes Viola e Dinei, os Volantes Zé Elias e Edu, o atacante Ewerthon e os laterais-esquerdo Silvinho e kléber. É uma tradição que continua.
Nenhum comentário:
Postar um comentário